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Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso


Segunda-feira, 16 de julho de 2018 12h24


CHAPADA DOS GUIMARÃES

CST do Geoparque apresenta relatório final

O documento tem 73 páginas; no total, foram 14 reuniões ordinárias, um workshop e duas audiências públicas

ELZIS CARVALHO / Secretaria de Comunicação Social



CST do Geoparque realizou 14 reuniões ordinárias, um workshop e duas audiências públicas

Foto: DEMÓSTENES MILHOMEN

Depois de um ano de reuniões, duas audiências públicas e um workshop, o presidente da Câmara Setorial Temática (CST) do Geoparque, Caiubi Kuhn, entregou, na manhã desta segunda-feira (16), o relatório final do geoparque, da geodiversidade e do geoturismo de Chapada dos Guimarães.

O documento tem 73 páginas. No total, foram realizadas 14 reuniões ordinárias, além de um workshop e duas audiências públicas – uma em Cuiabá e outra em Chapada dos Guimarães. De acordo com Caiubi Kuhn, o relatório mostra a participação maciça da população de Chapada e região nas discussões e na formatação das propostas.

Das cinco sugestões que foram transformadas em propostas, três delas já viraram projetos de lei. Todas elas estão em tramitação na Assembleia Legislativa. Kuhn disse ainda que as sugestões serão encaminhadas a outros órgãos – como a Secretaria de Estado de Meio Ambiente – para  desenvolver políticas públicas para o meio ambiente. 

A primeira das três propostas, em tramitação no Parlamento, é a que confere ao município de Chapada dos Guimarães o título de capital estadual da geodiversidade. A segunda cria o comitê estadual da geodiversidade, do geoturismo e do geoparque. Já a teceira cria o Geoparque de Chapada dos Guimarães.  

Outras duas minutas estão em estudo e devem ser apresentadas no Parlamento estadual ainda este ano. Uma delas cria o fundo estadual de fomento a geoparques, geodiversidade e geoturismo e a outra dispõe sobre a criação da semana estadual de geodiversidade.  

Caiubi Kuhn afirmou que as propostas discutidas à formatação do geoparque estão alinhadas ao documento proposto pelo ODS – Objetivo de Desenvolvimento Sustentável – que está inserido na agenda da Organização das Nações Unidas (ONU) até 2030.

“A agenda do ODS coloca a importância do quesito educacional e do desenvolvimento sustentável. O geoparque da Chapada dos Guimarães se alinha a essa proposta. Se Mato Grosso desenvolver essa política de geodiversidade dará um grande passo para contribuir com o cumprimento da agenda do ODS”, explicou o presidente da CST.

A representante do Sindicato de Turismo de Mato Grosso, Natally Neves, disse que as propostas possibilitam focar em um turismo relacionado à beleza natural de Chapada dos Guimarães. Segundo ela, o foco será no turismo cientifico e de conhecimento.

“A estrutura rochosa é o primeiro impacto que o turista tem. Muitas vezes, ele vai à região e não tem a informação. A criação do geoparque vem fortalecer o desenvolvimento da região” disse a sindicalista.  

A CST do Geoparque encerrada na manhã desta segunda-feira (16), com a apresentação do relatório final, foi sugerida pelo vice-líder do governo na ALMT, deputado Wilson Santos (PSDB).


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