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Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

CCJR aprova projetos sobre Defensoria Pública, mobilidade urbana e meio ambiente em MT

Colegiado analisou 11 matérias e deu parecer favorável a propostas estratégicas e reforçou a importância da segurança jurídica na tramitação das matérias

POR GABRIELA ABREU CARVALHO / GABINETE DO DEPUTADO EDUARDO BOTELHO  •  25 DE MARÇO DE 2026 ÀS 15:08:00  •  170 Acessos

POR GABRIELA ABREU CARVALHO / GABINETE DO DEPUTADO EDUARDO BOTELHO  •  25 DE MARÇO DE 2026 ÀS 15:08:00  •  170 Acessos

A CCJR da ALMT aprovou nesta 25/03 11 projetos que afetam gestão pública, meio ambiente e infraestrutura. Entre os principais estão o PL Complementar 52/2025, que altera a lei da Defensoria Pública; o PL Complementar 48/25, que cria o Plano de Mobilidade da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá; e o PL 439/25, que amplia a cobrança de taxas ambientais, com isenções para a agricultura familiar. A comissão também aprovou a regularização fundiária de assentamentos rurais e retirou da pauta a alteração de limites da APA de Chapada dos Guimarães, reforçando seu papel de garantir constitucionalidade e segurança jurídica.

Texto gerado pela Alê, nossa inteligência artificial.

Foto: VANDERSON FERRAZ SANTOS

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou, nesta quarta-feira (25), uma série de projetos com impacto direto na gestão pública, no meio ambiente e na infraestrutura do estado. A reunião extraordinária analisou 11 matérias, com ampla maioria aprovada, com destaque para propostas envolvendo a Defensoria Pública, mobilidade urbana e alterações na legislação ambiental.

Entre os principais pontos da pauta, está o parecer favorável ao Projeto de Lei Complementar nº 52/2025, de autoria da Defensoria Pública, que promove alterações em leis complementares que tratam da organização e funcionamento da instituição. A proposta recebeu emenda modificativa para adequação à técnica legislativa, conforme relatoria do deputado Eduardo Botelho.

De acordo com a análise da comissão, a matéria é constitucional, respeitando a autonomia funcional, administrativa e orçamentária da Defensoria Pública, prerrogativa já reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal.

O deputadoEduardo Botelho destacou a importância do papel técnico da comissão na tramitação das propostas.

“A CCJR é a porta de entrada das matérias no Parlamento e tem a missão de garantir que todas as proposições estejam em conformidade com a Constituição e com o ordenamento jurídico”, afirmou.

Outro destaque foi a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 48/25, de autoria do Poder Executivo, que institui o Plano de Mobilidade da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá. A proposta estabelece diretrizes para planejamento, monitoramento e avaliação das políticas de transporte e mobilidade urbana na região.

Na área ambiental, os deputados também aprovaram parecer favorável ao Projeto de Lei nº 439/2025, que redefine e amplia os critérios de cobrança de taxas ambientais no estado. A proposta detalha hipóteses de incidência, como licenciamento ambiental, uso de recursos hídricos e análise do Cadastro Ambiental Rural, além de prever isenções e tratamentos diferenciados, como para a agricultura familiar, atualizar valores e parâmetros de cobrança e fortalecer a gestão dos fundos ambientais e de recursos hídricos.

A comissão ainda analisou projetos relacionados à denominação de rodovias e espaços públicos, além da estadualização de estrada vicinal em Cuiabá e Chapada dos Guimarães.

Por outro lado, a proposta que trata da regularização fundiária de assentamentos na zona rural de Cuiabá gerou divergência entre os parlamentares. O parecer contrário do relator foi derrubado, e a matéria acabou aprovada com posicionamento favorável.

Também foi retirado de pauta o projeto que propunha alterações nos limites da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães. A reunião reforça o papel da CCJR como instância responsável por assegurar a constitucionalidade e a segurança jurídica das matérias que tramitam no Parlamento estadual.

Gabinete do deputado Eduardo Botelho