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Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

CPI da Saúde suspende oitivas durante período eleitoral

Retomada de depoimentos é marcada para outubro, após primeiro turno

POR INGRIDY PEIXOTO / SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL  •  2 DE SETEMBRO DE 2026 ÀS 15:48:00  •  125 Acessos

POR INGRIDY PEIXOTO / SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL  •  2 DE SETEMBRO DE 2026 ÀS 15:48:00  •  125 Acessos

A CPI da Saúde da ALMT suspendeu, nesta quarta (2), as convocações e oitivas até 7 de outubro, após parecer da Procuradoria‑Geral que autorizou a medida para preservar a lisura eleitoral. Depoimentos de Gilberto Figueiredo e Juliano Melo foram adiados. A comissão seguirá analisando documentos já reunidos – relatórios do TCE, inquéritos da PF e pareceres – e concluirá o trabalho até 31/01/2027. A investigação trata de supostas irregularidades em licitações da Saúde entre 2019 e 2023, vinculadas à Operação Espelho.

Texto gerado pela Alê, nossa inteligência artificial.

Foto: Helder Faria

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) suspendeu, nesta quarta-feira (2), as reuniões com convocações e oitivas durante o período eleitoral. A decisão foi comunicada após a leitura de parecer da Procuradoria-Geral da Casa Leis, que considerou juridicamente possível a suspensão dos trabalhos. O documento foi ratificado pela Mesa Diretora.

Com a medida, não foram realizados os depoimentos previstos para esta tarde. Seriam ouvidos o ex-secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo e o atual ocupante da pasta, Juliano Melo. A reunião foi encerrada após a leitura do parecer.

Conforme o calendário definido nesta quarta-feira, os trabalhos com reuniões abertas e convocações serão retomados em 7 de outubro, primeira quarta-feira após o primeiro turno da eleição. Durante a suspensão, a CPI poderá continuar atividades internas relacionadas à produção do relatório e receber documentos e informações que contribuam para a investigação.

Segundo o procurador da Assembleia, Francisco Brito, a suspensão foi solicitada pela maioria absoluta dos integrantes da CPI para preservar a lisura do processo eleitoral e evitar eventuais interferências dos trabalhos da comissão no pleito. Ele avaliou que a suspensão não compromete o andamento da apuração diante do volume de documentos já reunidos. 

“Já há muito documento produzido, o relatório do Tribunal de Contas do Estado, o inquérito da Polícia Federal, a perícia da Polícia Federal e também os próprios pareceres da Procuradoria-Geral do Estado”, afirmou.

O procurador ainda esclareceu que os trabalhos devem ser concluídos até o término da atual legislatura, que ocorre em 31 de janeiro de 2027.

A CPI investiga possíveis irregularidades em licitações e contratos da Secretaria de Estado de Saúde realizados entre 2019 e 2023, relacionados às investigações que resultaram na Operação Espelho. Na reunião da semana passada, a comissão ouviu a ex-secretária adjunta de Gestão Hospitalar Carolina Campos e o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Azevedo Nogueira. 

Secretaria de Comunicação Social