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Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Deputada Eliane Xunakalo classifica dispensa de servidores e fechamento de unidades do Samu, como desmonte da política de saúde

Parlamentar afirma que os gestores precisam pensar em serviços fundamentais para a população mais vulnerável

POR LAISE OLEAS LUCATELLI / GABINETE ELIANE XUNAKALO  •  24 DE ABRIL DE 2026 ÀS 10:10:00  •  81 Acessos

POR LAISE OLEAS LUCATELLI / GABINETE ELIANE XUNAKALO  •  24 DE ABRIL DE 2026 ÀS 10:10:00  •  81 Acessos

Eliane Xunakalo (PT) denunciou o desmonte da saúde ao aprovar a demissão de 56 técnicos, enfermeiros e condutores socorristas e o fechamento de cinco das 12 unidades do SAMU em Cuiabá e Várzea Grande, reduzindo metade da capacidade. Ela lembra que o SAMU tem custeio tripartite e que a transferência ao Corpo de Bombeiros elevaria custos estaduais, exigindo novos contratos. Xunakalo alerta risco à população vulnerável e apoia o ofício de Lúdio Cabral ao MP para investigar as demissões.

Texto gerado pela Alê, nossa inteligência artificial.

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), classificou como desmonte da política pública de saúde a dispensa de 56 servidores (técnicos de enfermagem, enfermeiros e condutores socorristas) e o fechamento de cinco das 12 unidades do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) em Cuiabá e Várzea Grande. Com isso, o serviço perdeu quase a metade de sua capacidade operacional e um quarto de seus servidores.  

“O Samu é o primeiro serviço que nós, cidadãos, temos acesso, desde o parto a problemas de saúdes e acidentes. Não é um investimento tão alto, como o governo do estado afirma, porque o custeio é tripartite: 50% do Governo Federal, 25% dos estados e 25% dos municípios. Ao transferir o serviço para o Corpo de Bombeiros, cujo custeio é de responsabilidade exclusivamente estadual, terá que desembolsar ainda mais, por ser preciso contratar e treinar novos profissionais. Já tivemos experiências anteriores, que não atenderam às demandas”, afirmou.  

“Como fica a população, especialmente a mais vulnerável? O gestor público precisa pensar em serviços fundamentais. É preciso olhar as contas antes de fazer cortes num serviço tão importante como o Samu. Teremos pela frente uma estiagem prevista para o segundo semestre deste ano, com alto risco de secas severas e calor extremo. Vamos precisar, e muito, dos serviços oferecidos pelo Samu”, completou a parlamentar.

Eliane Xunakalo acrescentou que não só apoia como reforça a iniciativa de seu colega Lúdio Cabral (PT), a quem substitui por 30 dias, que enviou, no final de março, ofício ao Ministério Público Estadual pedindo para investigar as demissões e fechamento das bases do Samu pelo Governo do Estado. “É preciso que sejam tomadas medidas para assegurar a continuidade dos serviços prestados pelo Samu à população mato-grossense”, concluiu.   (Por Jairo Pitolé)

Gabinete Eliane Xunakalo