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Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Deputada Eliane Xunakalo pede vista de projeto que afeta comunidades indígenas e quilombolas

Ela destaca necessidade de consulta aos territórios afetados pela passagem de cabos de telecomunicações

POR LAISE OLEAS LUCATELLI / GABINETE ELIANE XUNAKALO  •  22 DE ABRIL DE 2026 ÀS 16:21:00  •  203 Acessos

POR LAISE OLEAS LUCATELLI / GABINETE ELIANE XUNAKALO  •  22 DE ABRIL DE 2026 ÀS 16:21:00  •  203 Acessos

A deputada estadual Eliane Xunakalo (PT) alertou na sessão da Assembleia Legislativa que o PLC 175/2025, de autoria do deputado Max Russi, autoriza a passagem de cabos em territórios indígenas e quilombolas sem respeitar a competência da União, sem contrapartidas e sem consultas às comunidades. Ela destacou a gravidade da falta de consulta livre, exigindo diálogo prévio antes de qualquer intervenção nas terras.

Texto gerado pela Alê, nossa inteligência artificial.

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Matéria de Jairo Pitolé, assessor de imprensa da deputada.

A deputada estadual em exercício Eliane Xunakalo (PT) pediu, durante a sessão da tarde desta quarta-feira (22) da Assembleia Legislativa, vista do Projeto de Lei Complementar nº 175/2025, de autoria do deputado Max Russi (Podemos), que estabelece diretrizes para a implementação da oferta de serviços de telecomunicações para acesso em áreas indígenas e quilombolas de Mato Grosso.  

Segundo ela, o PLC 175/2025, ao autorizar a passagem de cabos em territórios indígenas, usurpa a competência da União (Governo Federal), responsável por legislar sobre terras indígenas. “Além disso, não prevê nenhuma contrapartida aos territórios afetados e sequer fala em consultas ou audições com as partes interessadas. Ou seja, indígenas e quilombolas”.

“Precisamos ficar atentos a estas matérias, que atingem diretamente as comunidades de nossos parentes indígenas. O direito à consulta livre é fundamental. Não se pode entrar em nossas terras sem, no mínimo, conversar conosco, pedir nossa opinião. Esta é uma situação muito grave, que não pode ocorrer”, completou.

Gabinete Eliane Xunakalo