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Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Deputados realizam três sessões e aprovam novas regras do SER Família para ampliar alcance social

Com 45 proposições na pauta, 36 foram aprovadas e três tiveram pedido de vista

POR ITIMARA FIGUEIREDO / SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL  •  15 DE ABRIL DE 2026 ÀS 16:29:00  •  87 Acessos

POR ITIMARA FIGUEIREDO / SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL  •  15 DE ABRIL DE 2026 ÀS 16:29:00  •  87 Acessos

Em três sessões ordinárias, a ALMT aprovou o PL 370/26, que atualiza o Programa SER Família, alinhando‑o ao Bolsa Família (renda até R$ 218), dobrando o prazo de permanência para 24 meses, modernizando bloqueios e garantindo frequência escolar a partir dos 4 anos, além de proteger mulheres vítimas de violência e povos tradicionais. Também foram aprovados PLs sobre contratação de artistas (438/2026), carteira para fibromialgia (1995/2025) e botão de pânico em transportes (853/2024). Três projetos ficaram em vista.

Texto gerado pela Alê, nossa inteligência artificial.

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou três sessões ordinárias, nesta quarta-feira (15), para a limpeza da pauta. Dentre os projetos aprovados, o destaque para o projeto de lei 370/26, da Mensagem do governo 57/26, que altera dispositivos da Lei 10.523/17 e atualiza regras do Programa SER Família, com foco na ampliação do alcance e maior efetividade da política social.

Essa proposta promove mudanças estruturais com o objetivo de ampliar o alcance e aumentar a efetividade da política social. Entre as principais alterações, conforme a justificativa do governo, está a atualização do critério de renda, que passa a ser de até R$ 218 por pessoa, alinhando o programa estadual aos parâmetros do Bolsa Família.

Outro ponto relevante é a ampliação do prazo máximo de permanência no programa, que passa de 12 para 24 meses, garantindo maior estabilidade às famílias em situação de vulnerabilidade social.

O projeto também moderniza as regras de bloqueio e cancelamento do benefício, que passam a considerar o número de recargas não utilizadas, tornando o sistema mais proporcional e compatível com a dinâmica dos pagamentos.

Na área da educação, a proposta estabelece a obrigatoriedade de frequência escolar para crianças a partir dos 4 anos e permite a matrícula em instituições privadas quando houver concessão de bolsa integral. O texto ainda prevê garantias específicas para mulheres vítimas de violência doméstica e povos tradicionais.

Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Conduzidas pelo deputado Júlio Campos (União), outros projetos movimentaram as sessões. Entre as matérias aprovadas, também está o projeto de lei 438/2026, encaminhado pela Mensagem 68/2026 do governo, que altera a Lei 12.082/2023. A proposta trata das normas para contratação de artistas, músicos e locutores por meio de parcerias e convênios financiados com recursos públicos para realização de eventos em Mato Grosso.

Os deputados aprovaram ainda o projeto de lei 1995/2025, de autoria do deputado Dr. João, que altera a Lei 12.599/2024, responsável por instituir a carteira de identificação para pessoas com fibromialgia no estado.

Também foi aprovado o projeto de lei nº 853/2024, de autoria do deputado Sebastião Rezende, que torna obrigatória a instalação de sistema silencioso de vigilância eletrônica, conhecido como “botão de pânico”, em empresas concessionárias ou permissionárias do transporte público intermunicipal de passageiros.

Três matérias tiveram pedidos de vista: os projetos de lei 12/2024 e 439/2025, além do projeto de lei complementar 23/2026.

Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

 

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