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Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Max Russi manifesta indignação com denúncia envolvendo estudantes da UFMT

Presidente da AL repudia mensagens misóginas contra estudantes e cobra medidas urgentes e punição rigorosa

POR ANNY GONDIM / PRESIDÊNCIA DA ALMT  •  7 DE MAIO DE 2026 ÀS 09:01:00  •  89 Acessos

POR ANNY GONDIM / PRESIDÊNCIA DA ALMT  •  7 DE MAIO DE 2026 ÀS 09:01:00  •  89 Acessos

O presidente da ALMT, deputado Max Russi (Podemos), condenou veementemente a divulgação de suposta lista de alunas “estupráveis” na UFMT, originada de mensagens misóginas de estudantes de Direito. Ressaltou a gravidade do ato em ambiente acadêmico e exigiu acompanhamento da Procuradoria da Casa e da Mulher, pedindo medidas urgentes para garantir o direito das mulheres de viver e atuar sem violência.

Texto gerado pela Alê, nossa inteligência artificial.

Foto: MARCOS LOPES/ALMT

“É um absurdo. Não é aceitável que mulheres que estão realizando os seus sonhos e de suas famílias, estejam à mercê de uma violência gratuita”. Com essa declaração, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), manifestou sua indignação durante a sessão desta quarta-feira (6) ao comentar a denúncia da existência de uma suposta lista de alunas “estupráveis” na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

 

O caso envolve mensagens de teor violento e misógino atribuídas a estudantes da Faculdade de Direito. Para o parlamentar, a gravidade do fato é potencializada pelo local onde ocorreu. “Vocês imaginam abrir um site de notícias e ler que estudantes da UFMT, um ambiente de ensino, de formação de futuros profissionais, criaram uma lista de alunas ‘estupráveis’?”, questionou Max Russi.

 

“Em um claro ato de descaso e normalização da violência, as mensagens foram divulgadas e rapidamente se espalharam pela comunidade acadêmica. Fica evidente que a conduta, extremamente grave, de caráter misógino e violento, é absolutamente incompatível com qualquer parâmetro ético, jurídico e humano”, diz trecho da nota.  

 

Russi pediu o acompanhamento do episódio por meio da Procuradoria da Casa e da Mulher. “A violência começa assim, e quando você vê uma fatalidade acontece. Nós vamos acompanhar esse caso de perto. Medidas urgentes precisam ser tomadas. As mulheres têm o direito de estar e fazer o que quiserem, e nós temos o dever de garantir esse direito”, finalizou Max.

 

Presidência da ALMT