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Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Ação da ALMT, articulada por Max Russi, garante decisão judicial contra cobrança de ICMS na energia solar

Decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso proíbe, em definitivo, a cobrança retroativa do imposto sobre o sistema de compensação de energia solar entre 2017 e 2021.

POR ANNY GONDIM / PRESIDÊNCIA DA ALMT  •  13 DE MARÇO DE 2026 ÀS 14:42:00  •  1113 Acessos

POR ANNY GONDIM / PRESIDÊNCIA DA ALMT  •  13 DE MARÇO DE 2026 ÀS 14:42:00  •  1113 Acessos

O Órgão Especial do TJMT julgou procedente a ADPF proposta pela ALMT, proibindo definitivamente a cobrança de ICMS sobre o sistema de compensação de energia solar de 2017 a 2021. A ação, liderada pelo deputado Max Russi e apoiada por João e Faissal, anulou a consulta da Sefaz que permitia a taxação retroativa. A decisão unânime declara a inconstitucionalidade do ato, garante segurança jurídica e alivia o bolso de milhares de consumidores e empresas que investiram em energia limpa no estado.

Texto gerado pela Alê, nossa inteligência artificial.

Foto: ANNY GONDIM

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) julgou procedente, nesta quinta-feira (12), a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) movida pela Assembleia Legislativa (ALMT). A decisão proíbe, em definitivo, que o fisco estadual e a concessionária Energisa realizem a cobrança de ICMS sobre o sistema de compensação de energia solar referente ao período de 2017 a 2021.

A ação foi uma articulação da Mesa Diretora, sob a liderança do presidente da Casa de Leis, deputado Max Russi (Podemos), e dos deputados Dr. João (MDB) e Faissal Calil (PL). Por meio da Procuradoria Geral da Assembleia, a iniciativa visava derrubar um entendimento da Energisa baseado em uma consulta tributária da Secretaria de Fazenda (Sefaz) de 2021, que permitia a cobrança retroativa do imposto.

O caso marca um precedente jurídico no estado, sendo a primeira ADPF (instrumento jurídico de alta complexidade) proposta pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O procurador da ALMT, João Gabriel, destacou a importância técnica da conquista:

“Esta é a primeira ADPF feita em Mato Grosso com a participação direta da nossa Procuradoria. É uma conquista institucional enorme que demonstra o fortalecimento da Casa de Leis na defesa técnica e jurídica dos interesses da população”, explicou o procurador.

Fim da insegurança jurídica - Com a decisão unânime, o tribunal confirmou a liminar anteriormente concedida e declarou a inconstitucionalidade do ato administrativo que permitia a taxação. A decisão representa um alívio financeiro para milhares de consumidores e empresas que investiram em energia limpa em Mato Grosso.

O deputado Max Russi, um dos principais defensores da medida, celebrou o resultado como um marco na defesa do setor produtivo e do cidadão. “Hoje é um dia de vitória para para o bolso do contribuinte mato-grossense. Não era justo punir quem investiu recursos próprios em energia sustentável com uma cobrança retroativa e indevida.”

De acordo com ele, a Assembleia Legislativa agiu com firmeza, através da Mesa Diretora e da Comissão do Consumidor. “Essa decisão do TJMT traz segurança jurídica e reforça que Mato Grosso deve incentivar a energia solar, e não taxá-la de forma arbitrária”, finalizou Russi.

Presidência da ALMT