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Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Procuradoria da Mulher da ALMT participa de lançamento de canais do MP para vítimas de violência

Plataforma facilita o acesso à ajuda e ao acolhimento para mulheres em situação de violência

POR RENATA NEVES / SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL  •  29 DE OUTUBRO DE 2026 ÀS 14:38:00  •  105 Acessos

POR RENATA NEVES / SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL  •  29 DE OUTUBRO DE 2026 ÀS 14:38:00  •  105 Acessos

A Procuradoria Especial da Mulher da ALMT participou do lançamento dos novos canais digitais da Ouvidoria da Mulher do Ministério Público de Mato Grosso, que permitem denunciar e solicitar orientação sobre violência contra a mulher via portal ou aplicativo. A iniciativa, destacada por Mariana Pereira e pelo procurador‑geral Rodrigo Fonseca, visa ampliar o acesso ao acolhimento, integrar o Ministério Público, a Polícia Civil e a Polícia Militar e acelerar o atendimento, prevenindo a escalada da violência.

Texto gerado pela Alê, nossa inteligência artificial.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

A Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) participou, nesta quarta-feira (28), do lançamento dos novos canais digitais da Ouvidoria da Mulher do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), destinados a receber denúncias e pedidos de orientação sobre situações de violência contra as mulheres.

A assessora jurídica Mariana Pereira, que representou a instituição, ressaltou a contribuição dos novos canais para o atendimento às vítimas. “As ferramentas ampliam o acesso das mulheres à ajuda e ao acolhimento, para que encontrem o caminho para sair do ciclo de violência”, afirmou.

O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Rodrigo Fonseca Costa, explicou que a plataforma permite registrar situações de violência, pedidos de orientação e acompanhar essas manifestações de forma segura, pela página da Ouvidoria da Mulher, no portal do MPMT, ou pelo aplicativo MPMT Cidadão.

Rodrigo Fonseca também defendeu a atuação conjunta das instituições para reduzir o tempo entre a denúncia e o atendimento à vítima. “Nós precisamos integrar o Ministério Público, a Polícia Civil e a Polícia Militar para que a informação sobre a violência chegue rápido e a gente dê o primeiro atendimento o mais rápido possível”, afirmou.

A ouvidora da Mulher do MPMT, procuradora de Justiça Silvana Corrêa Vianna, alertou que as agressões podem se agravar ao longo do tempo e ressaltou o papel da denúncia na prevenção de novas ocorrências.

“Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o homicídio não ocorre de um dia para o outro. Ele vem numa escalada de violência. Então, muitas vezes, se você consegue interromper essa escalada, você salva a vida de uma mulher”, afirmou.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

Na plataforma, vítimas e testemunhas podem relatar a violência e incluir fotos, documentos e boletins de ocorrência. Segundo o MP, o sistema também permite informar fatores de risco e consultar os serviços de atendimento às mulheres nos municípios do estado.

A Procuradoria Especial da Mulher da ALMT mantém parceria permanente com o Ministério Público em ações de defesa dos direitos das mulheres e de enfrentamento à violência.

Secretaria de Comunicação Social