Thiago Silva na ALMT
Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
O deputado estadual Thiago Silva (MDB) cobrou em sua fala, na sessão plenária do dia 29, na Assembleia Legislativa de Mato grosso (ALMT, para que o Governo do Estado detalhe sobre as políticas públicas de saúde mental em Mato Grosso. O parlamentar cobra informações da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) sobre programas em execução, parcerias com municípios e o volume de recursos destinados ao setor nos últimos anos.
Em sua fala, o deputado destacou que a ALMT tem sido uma voz ativa na cobrança de ações mais eficazes, não apenas para a população em geral, mas também para os servidores públicos que necessitam de apoio em suas instituições. Segundo Thiago Silva, os indicadores de transtornos psicológicos no estado e no país são alarmantes e exigem uma resposta imediata do Poder Executivo.
“É assustador o aumento de casos de ansiedade, depressão e suicídio. No Brasil, e em Mato Grosso, o número de óbitos por suicídio já supera os casos de infarto. Precisamos de políticas efetivas e não de dados que passem despercebidos", afirmou o parlamentar.
O deputado mencionou o trabalho realizado pela Rede de Apoio aos Amigos, Familiares e Pessoas com Esquizofrenia e Demais Doenças Mentais (Rafape-MT), uma rede que reúne profissionais voluntários como psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais, como um exemplo de iniciativa da sociedade civil que precisa de suporte governamental.
"Temos feito um esforço grande através de redes de amigos e profissionais, mas o enfrentamento real a esse problema de saúde pública depende de o Governo do Estado priorizar a saúde mental em seu orçamento e cronograma de projetos", pontuou Silva.
De acordo com a cobrança, o deputado solicitou informações sobre a relação de programas e projetos de saúde mental em execução, o número de convênios e parcerias firmadas com as prefeituras municipais e o montante de recursos financeiros aplicados na área nos últimos anos.
“Parabenizo o deputado Thiago pela cobrança e o compromisso em prol da saúde mental das famílias que precisam de ajuda”, disse a mãe atípica, Luiza Pereira.