Fale Conosco
Proteção de Dados (LGPD) LGPD
Entrar
Brasão

Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Dilmar Dal'Bosco defende e governo proibe queima de mquinários apreendidos

Anúncio feito pelo governador Otaviano Pivetta coloca fim à queima de maquinários como prática automática, aproximando o estado de uma linha defendida por Dilmar Dal Bosco na Assembleia Legislativa

POR JUNIOR POYER / GABINETE DO DEPUTADO DILMAR DAL'BOSCO  •  17 DE ABRIL DE 2026 ÀS 08:42:00  •  47 Acessos

POR JUNIOR POYER / GABINETE DO DEPUTADO DILMAR DAL'BOSCO  •  17 DE ABRIL DE 2026 ÀS 08:42:00  •  47 Acessos

O governador Otaviano Pivetta decidiu encerrar a queima de maquinários apreendidos, adotando a proposta do deputado Dilmar Dal Bosco (PL 1358/2023) que veda a destruição sumária e prevê destinação pública dos bens. O novo memorando entre Governo, Ministério Público e Associação Mato‑grosseense dos Municípios torna a inutilização medida excepcional, priorizando remoção, guarda e uso pelos municípios, conciliando combate ao crime ambiental com responsabilidade e utilidade social.

Texto gerado pela Alê, nossa inteligência artificial.

Deputado Dilmar Dal Bosco durante Sessão Ordinária no Plenário das Deliberações Rene Barbour

Deputado Dilmar Dal Bosco durante Sessão Ordinária no Plenário das Deliberações Rene Barbour

Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

A decisão anunciada pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), de encerrar a queima de maquinários apreendidos em operações ambientais recolocou no centro do debate uma tese que o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União Progressista), vem defendendo há tempos na Assembleia Legislativa. A mudança foi apresentada com a proposta de dar destinação pública aos equipamentos, especialmente em favor dos municípios, em vez de manter a destruição como resposta imediata. A notícia foi publicada nesta semana e acompanha um movimento oficial do Estado para rever procedimentos nessa área.

O tema chegou à Assembleia por meio do PL 1358/2023, de autoria de Dilmar Dal Bosco (União). Em 2025, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) aprovou parecer favorável e a Assembleia Legislativa aprovou a iniciativa, vedando, em regra, a destruição ou inutilização sumária de bens móveis apreendidos em operações da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) sem o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa. No centro da proposta está uma tese simples e objetiva, o estado precisa agir com firmeza contra o crime ambiental, mas não pode transformar a apreensão em sentença antecipada.

Agora, em 2026, o governo estadual decidiu reorganizar esse procedimento. O memorando firmado entre Governo de Mato Grosso, Ministério Público e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) estabelece que a inutilização ou destruição passe a ser medida excepcional, somente depois de esgotadas as alternativas de remoção, transporte e guarda, com registro técnico circunstanciado. O mesmo instrumento prevê destinação pública dos bens apreendidos, o que mostra uma mudança concreta de orientação administrativa e uma aproximação prática com a linha defendida por Dal Bosco.

Para o deputado, o novo cenário confirma que é possível encontrar uma saída mais equilibrada, sem afrouxar o combate ao crime ambiental.

“Eu sempre defendi uma fiscalização séria, firme e dentro da lei. O que nunca me pareceu razoável era transformar a destruição imediata em regra, sem o devido cuidado com o processo e sem avaliar se aquele bem poderia ter uma destinação pública útil. Quando o estado opta por inteligência, responsabilidade e finalidade social, ele protege o meio ambiente e também respeita a segurança jurídica”, afirma Dilmar Dal Bosco. A fala se encaixa no momento em que a tese legislativa construída por ele passa a dialogar de forma mais direta com a prática adotada pelo Executivo.

Dilmar também sustenta que a nova direção fortalece os municípios e evita desperdício de patrimônio que pode ser reaproveitado em favor da população, através do envio para as prefeituras.

“Ninguém está defendendo irregularidade. O que eu defendo é que o estado combata o ilícito com rigor, mas sem abrir mão do bom senso. Máquina apreendida não precisa virar fumaça para o poder público mostrar autoridade. Ela pode ser incorporada a uma finalidade pública, ajudar em estradas, apoiar pequenos produtores e servir à sociedade. É isso que faz mais sentido para Mato Grosso neste momento”, finaliza o parlamentar. No ambiente político, a leitura que começa a se consolidar é simples, a discussão iniciada pelo deputado Dilmar Dal Bosco busca um modelo mais racional, mais útil e menos sujeito a novos conflitos.

Gabinete do deputado Dilmar Dal'Bosco