Mesmo com a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em deferir pela cassação, cabe recurso junto a instancia superior, ou seja, TSE. "Vou a Brasília se necessário, relatar que usaram de má fé para me incriminar", emenda.
Segundo Neilson, durante a campanha passada, foi perseguido de todos os lados pelo então candidato a prefeito, Antonio Xavier Araújo, o "Totonho" e seu grupo. Neilson relata que foram diversos insultos a sua moral, a ponto de registrar boletim de ocorrência (BO). Totonho era consigo vereador na mesma legislatura quando começaram os desentendimentos. "Cheguei sim a revidar em diversas ocasiões, mas não a ponto de fazer sujeiras como eles fizeram", disse se referindo ao fato de o acusarem de compra de votos.
Conforme Neilson, o jovem Jair Manoel - a época da campanha - o procurou solicitando ajuda para resolver assunto referente à expedição de sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). "Os papéis que Jair Manoel portavam eram taxas quando de sua inscrição na Auto Escola Forte e queria saber se poderia dar continuidade aos exames Ele me procurou para saber disto. O enviei então a Escola com a minha apresentação, como se faz de costume nas cartas de apresentação", explica.
Neilson indignado contou que em seu lugar assumiu o suplente de vereador "Bizim" (PTB). "Isto é pura sujeira orquestrada pelo grupo do Totonho. O Manoel é sobrinho de meu suplente, o Bizim. Então, você não acha que isto foi armação?", interroga à reportagem.
Eles usaram, de acordo com Neilson, os documentos como se fossem um privilegio ao eleitor. "Pegaram estes documentos para me incriminar, para caracterizar compra de voto e isto não ocorreu. Quero que a justiça analise minuciosamente a questão, porque aqui no TRE não me deram chance de explicar", justifica.
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